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Hoje é o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Que tal aproveitar a data para se informar mais sobre a doença?

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Julho é o mês de conscientização e combate às hepatites virais. Por esse motivo, é o #JulhoAmarelo.

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Relatório da Organização Mundial da Saúde lançado nesta sexta-feira (26) ressalta ações de sucesso do governo federal, que bateu a meta global de reduzir número de fumantes para 15% da população. Relatório da OMS divulgado nesta sexta (26) mostra que o Brasil é referência em medidas contra o tabagismo.
Pixabay
O Brasil e a Turquia são os únicos países que adotaram todas as medidas indicadas pela OMS para reduzir o tabagismo. No entanto, o Brasil estuda agora reduzir a tributação sobre o cigarro, política que vai contra as recomendações da organização. As informações são do Relatório OMS sobre a Epidemia Global do Tabaco 2019, lançado na tarde desta sexta-feira (26) no Rio de Janeiro.
O documento mostra ainda que 5 bilhões de pessoas vivem hoje em países que têm medidas de controle de tabaco, como embalagens com imagens chocantes de advertência. O número representa quatro vezes mais pessoas do que há uma década.
O relatório lançado nesta sexta no Rio de Janeiro foca em serviços de apoio para quem quer parar de fumar. Trata-se da medida recomendada pela OMS mais mais sub-implementada em termos de número de países que oferecem cobertura total: apenas 23 países oferecem esses serviços completos em todo o mundo.
O Brasil está neste seleto grupo. A queda no tabagismo no países é expressiva: o país já bateu a meta global, que é reduzir o percentual de fumantes na população para 15%.
Em 2017, o total de fumantes na população brasileira era de 10,1% (2017), segundo o Ministério da Saúde. Em 1989, 34,8% da população brasileira fumava, segundo a OMS. Uma estimativa publicada em estudo na revista “PLOS Medicine” em 2012 aponta que cerca de 420 mil mortes foram evitadas no Brasil por políticas públicas implementadas entre 1989 e 2010.
Cigarros nacionais mais baratos
Em março, uma portaria assinada pelo ministro da Justiça Sérgio Moro instituiu um grupo de trabalho para avaliar se mudanças nos impostos ajudarão a “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade”.
A decisão do grupo deveria ser publicada até o final de junho. Procurado pelo G1 nesta semana, o Ministério da Saúde não havia respondido até a tarde desta sexta se uma decisão chegou a ser tomada sobre o assunto.
Os ministérios da Economia e da Saúde fazem parte do grupo criado por Moro. De acordo com o Ministério da Justiça, um dos pilares da discussão é um estudo de economistas que questiona a “eficiência da estratégia de aumentar tributo” na redução do tabagismo. A possibilidade de redução foi criticada por especialistas, inclusive do Ministério da Saúde.
Alerta em maço de cigarro é uma das medidas indicadas pela OMS para diminuir o tabagismo.
G1
Epidemia mundial do tabaco
Segundo o estudo apresentado nesta sexta-feira sobre o consumo de cigarros no mundo, apenas Brasil e Turquia conseguiram alcançar o mais alto nível de controle do tabaco. Isso significa ter implementado as melhores práticas e conseguido cumprir as estratégias propostas pela OMS.
Esta é a 7ª edição do relatório da OMS, que neste ano é focado no oferecimento de ajuda para a cessação do fumo.
As medidas indicadas pela organização são:
Aumentar impostos sobre o tabaco
Monitorar o uso do tabaco e as políticas de prevenção
Fazer cumprir as proibições sobre publicidade, promoção e patrocínio
Advertir sobre os perigos do tabaco
Oferecer ajuda para a cessação do fumo
Proteger a população contra a fumaça do tabaco.
Para a OMS, o apoio para quem quer parar de fumar é a medida mais mais sub-implementada em termos de número de países que oferecem cobertura total. Apenas 23 países oferecem esses serviços nos melhores níveis.
Atualmente, no mundo, 2,4 bilhões de pessoas vivem em países que possuem programas completos de cessação do tabagismo. O número representa um avanço em relação a 2007, quando apenas 400 milhões de pessoas tinham acesso a esses serviços.
Medidas tomadas no Brasil
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), entre 2005 e 2016, quase 1,6 milhão brasileiros realizaram tratamento para parar de fumar na rede pública de saúde. O tratamento do tabagismo é oferecido em mais de 4 mil unidades de saúde, a maioria (91%) na Atenção Primária, a porta de entrada do SUS.
Além disso, a população conta, desde 2001, com um serviço telefônico nacional para tirar dúvidas, cujo número (Disque Saúde 136) deve estar obrigatoriamente estampado no rótulo frontal de todos os maços de cigarros.
Outro ponto de destaque para o Brasil foi proibição do cigarro em locais fechados, públicos e privados, determinada por uma lei de 2011. A legislação impediu, inclusive, a possibilidade da existência de fumódromos em alguns locais. Essa medida levou o Brasil a se tornar o primeiro país, com uma população acima de 100 milhões, 100% livre de fumo em espaços públicos e ambiente de trabalho.
No Brasil, a taxação do produto vem crescendo e, atualmente, é de cerca de 80% do preço final – índice semelhante ao de outros países, segundo Kirchenchtejn. Em uma análise da OMS com dados de 2017, a OMS elaborou um comparativo entre os impostos cobrados pelos países.
Em 2011, o Brasil reajustou o IPI sobre cigarros e criou uma política de preços mínimos para o produto. Segundo o Inca, a medida contribuiu para diminuir o número de fumantes entre jovens de menor renda e escolaridade. A arrecadação desses tributos, de acordo com a Secretaria da Receita Federal, passou de pouco mais de R$ 4,4 bilhões, em 2008, para quase R$ 8 bilhões em 2013.
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) diz que aumento de preços na ordem 10% seria capaz de reduzir o consumo em cerca de 8% em países como o Brasil.
Queda no número de fumantes
Segundo os dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em 2018, apenas 9,3% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar. Em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 15,7%.
A pesquisa também revela que o brasileiro reduziu consideravelmente o consumo de tabaco em todas as faixas etárias. Entre os jovens de 18 e 24 anos, o número de fumantes caiu de 12%, em 2006, para 6,7%, em 2018.
Entre a população com 35 e 44 anos, 18,5% fumavam em 2006 e 9,1% se declaram fumantes em 2018. Na faixa etária entre 45 e 54 anos, a redução foi de 22,6%, em 2006, para 11,1%, em 2018.
As mulheres também vêm assumindo um protagonismo importante nesse cenário, superando a média nacional e reduzindo o consumo em 44% no período.
A pesquisa Vigitel é realizada com moradores maiores de 18 anos das 26 capitais brasileiras e do Distrito Federal. Para a edição mais recente, foram entrevistados 52.395 pessoas, entre janeiro e dezembro de 2018.
Dados sobre o cigarro no mundo
Infográfico: Diana Yukari/G1

Vídeo tutorial apresentando o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB)!

A impotência sexual pode ser decorrente da terapia com alguns medicamentos. Sabemos que cada vez mais na vida moderna,inicia-se uma terapia para ansiedade e/ou  depressão. Essa postagem vai listar alguns medicamentos que têm como efeito colateral, problemas no ato sexual.

1) Ansiolíticos (ex= Rivotril)
2) Anti-epiléticos (ex= Gardenal)
3) Antidepressivo (ex= Prozac)
4) Anti-histamínico (ex= loratadina)
5) Antipsicóticos (ex= clorpromazina)
6) Benzodiazepínicos (ex= Lorax)
7) Drogas para controle da pressão arterial elevada, incluindo os diuréticos
8) Quimioterapia oral
9) Medicamentos com estrogênio
10) Finasterida
11) Anti-inflamatórios não-esteroides (ex= diclofenaco)
12) Drogas para controle da Doença de Parkinson
13) Opioides (ex= Tramal)
14) Drogas para tratamento do câncer de próstata.
15) Bebida alcoólica e drogas de uso recreacional (ex= maconha, cocaína, heroína, nicotina)

Muitos dos medicamentos acima podem parecer óbvios causarem impotência sexual, mas muitos que são prescritos tão frequentemente e que parecem inofensivos, como os ansiolíticos cada vez mais prescritos, podem afetar a vida sexual do homem. Caso você venha observando dificuldade para ato sexual e esteja em uso de algumas das substâncias acima, aconselho conversar com o médico que te acompanha para relatar o problema

Não existe menopausa masculina como a que ocorre na mulher. Mas a partir dos 30 anos, o homem começa a ter uma diminuição na produção do hormônio masculino testosterona. E por esse motivo, que a “menopausa masculina” é mais denominada de síndrome da deficiência de testosterona ou deficiência androgênica ou Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino.

Ao contrário da mulher, a diminuição da produção da testosterona nem sempre leva à esterilidade e mesmo em idade avançada, o homem tende a permanecer fértil e pode assim gerar filhos.

As queixas mais frequentes do homem com deficiência de testosterona, são: queda do libido, dificuldade para a ereção, desânimo e/ou depressão, variação de humor, fadiga, dificuldade para dormir, perda de massa muscular e óssea, crescimento das mamas. Entretanto, nem todos os homens referem essas queixas.

Porém, nem sempre essas queixas são apenas decorrentes da diminuição da produção de testosterona. Situações especiais, como efeito colateral de alguns medicamentos, mal funcionamento da glândula tireoide, apneia do sono, também podem acarretar as mesmas queixas e por isso, diante de tais situações o homem deve ouvir um aconselhamento médico.

No caso da deficiência de testosterona, paralelo ao tratamento para normalizar os níveis (gel tópico, via oral, injetável), mudanças de estilo de vida podem aliviar essa queixas, tais como atividade física, melhorar a qualidade do sono, ingesta de alimentos mais saudáveis, ações que diminuam o estresse e ajuste de medicamentos que possam estar contribuindo para as queixas.

Se você ouvir a expressão “menopausa masculina”, esqueça tudo que te remeta à ideia do quadro na mulher, mas tenha ciência de que com o envelhecimento, ocorre diminuição da produção de testosterona e podem aparecer sintomas como os relatados acima.

Mais pesquisas são necessárias para se saber o motivo, mas sabe-se que há uma relação entre atividade sexual e aparecimento do câncer de próstata. Quanto mais tarde for o inicio da vida sexual do homem, assim quanto menor for o número de parceiros que um homem teve, menor é o risco para o aparecimento do câncer, segundo levantamentos realizados. E sabe-se que a frequência de ejaculações também é uma influência, sendo que ejaculações mais frequentes (2 a 4x/ semana) diminuem o risco para o aparecimento do tumor. Clique aqui e leia mais sobre o assunto.

A tireoide é uma glândula que tem um formato parecido a de uma borboleta e que fica no pescoço, na frente da garganta. Essa glândula pode apresentar disfunções que causam impacto na vida de um ser humano, inclusive no ato sexual.
Hipotiroidismo é quando a glândula produz menos hormônio do que deveria e hipertireoidismo é quando produz demais.

Homens com doença na tireoide podem ser afetados da seguinte forma:

1) Demora para ejacular, conhecida como ejaculação retardada, quando há uma diminuição na produção dos hormônios (hipotireoidismo)

2) Ejaculação rápida, mais conhecida como ejaculação precoce, quando há uma produção aumentada dos hormônios (hipertireoidismo)

Acredita-se que a desordem na produção dos hormônios da tireoide também possa afetar a produção do hormônio masculino, testosterona, impactando na performance sexual.

Também poderia afetar a produção de outro hormônio, a prolactina, que também está envolvida nos mecanismos do desejo sexual.

Sem contar que a má produção de hormônios pela tireoide pode cursar com queixas de ansiedade, desânimo, depressão e alterações do metabolismo corporal afetando a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos.

Felizmente, o tratamento das condições de hipo e hipertireoidismo, costumam regularizar as queixas relacionadas ao comprometimento do desempenho sexual