Aos 97 anos, John B. Goodenough passa a ser a pessoa mais velha a ganhar o Nobel

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Americano ganhou o Nobel de Química pelo desenvolveu baterias de íons de lítio. Professor da Universidade do Texas, cientista vai quase todos os dias ao laboratório. O cientista John Goodenough, um dos vencedores do Nobel de Química de 2019.
Peter Nicholls/Reuters
O americano John B. Goodenough, de 97 anos, é a ser a pessoa mais velha a ganhar um Nobel. Ele foi premiado nesta quarta-feira (9) com o Nobel de Química pelo desenvolvimento de baterias de íons de lítio, ao lado do britânico M. Stanley Whittingham e do japonês Akira Yoshino.
Goodenough nasceu em 1922 em Jena, na Alemanha, e ocupa a Cadeira Cockrell em Engenharia na Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.
Nobel de Química vai para trio que desenvolveu baterias de íons de lítio
Olof Ramström, membro do comitê do Nobel e professor de Química na Universidade de Massachusetts em Lowell, nos Estados Unidos, afirmou que Goodenough é um “cientista fantástico”.
“Ele trabalha nessa área há muitos, muitos anos, e nunca se aposentou. Então ainda está trabalhando até essa idade. Ainda vai ao laboratório quase todos os dias, até onde eu sei. E ainda está dando contribuições à comunidade no que diz respeito à ciência e ao desenvolvimento de baterias”, afirmou Olof Ramström, membro do comitê do Nobel.
Até então, o mais velho laureado era Arthur Ashkin, de 96 anos, que ganhou o Nobel em 2018 por sua pesquisa em pinças ópticas e a aplicação delas em sistemas biológicos. Ele dividiu o prêmio com o francês Gérard Mourou, de 74 anos, e a canadense Donna Strickland.
Nobel de Química 2019
John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 2019 pelo desenvolvimento de baterias de íon de lítio
Naina Helen Jama / TT News Agency / Reuters
Descoberta no início da década de 70, as baterias são usadas em celulares, notebooks e carros elétricos. Veja o perfil dos outros vencedores:
M. Stanley Whittingham, de 77 anos, é professor na Universidade Binghamton, parte da Universidade Estadual de Nova York, também nos Estados Unidos.
Akira Yoshino, de 71 anos, é professor na Universidade Meijo, em Nagoya, no Japão, e Membro Honorário da corporação Asahi Kasei, em Tóquio.
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